August 3, 2009

escrever = escravizar palavras (e posti e idee e persone)

sanhisimacedazima

April 28, 2009

 

sanhisimac

                       Fotografia: Bia Mies   

CHOCOLATE

edazima

(:Ascoltatevi! –> qualche MANTRA no.

14.abril

April 16, 2009

"Tocou bangalafumenga na novela das oito…" Alex, Doces Cariocas, 90,3 FM

0oº Tocaram os meus pés e os meus olhos, camarada… Núbia Gremion, sobre suas aparições na novelinha da Globo 

(:  Ascoltatevi! –> Ouro de Tolo (Raul Seixas)

Vendo foto antiga e conversando com ex

- você está nessa foto…

- onde?

- aqui, oh.. Nos meus lábios…

April 15, 2009

Pingo cores, por onde há só branco

(Nado em tudo e tudo nadifica)

Gemo coerente com a Clara e o ovo

(Páscoa derretida)

pingo em sangue sobre a tela etardecida

em gemas, prantos, sal e pimenta

(Fim da rima, lembra?)

Vou me embora, para qualquer lugar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chega de poesia!

                                                                                                             (___Fim da linha?) 

April 7, 2009

il piacere delle fairy talesTalvez o sonho não acabe quando abrirmos os olhos ao levantar. Talvez seja um pesadelo curioso, daqueles que, mesmo assustando, nos leve a caminhos tentadores…

Eu seria uma tola se não acreditasse em contos de fadas. Sentir o vento soprando por entre a janela e a porta do banheiro da Tati à tarde é acreditar na magia geometrizada pelos arquitetos. E o sopro suaviza em mim a desesperança. A mesma desesperança esperançada ao tomar um copo de suco tang com gelo. Não é a marca que importa; é o fluxo das temperaturas que se fundem e se transformam, e se unificam.

Na televisão, as imagens desformam a realidade. Os sets de gravação são charmosos, nos reduzem a personagens com sentidos e sentimentos fechados e amplificam estes dos que nos assistem. Ser atriz é minha vida. Ser, por um triz, o que sou sem ser eu, sendo.

Amar.

Viver.

Sonhar.

Acordar e acreditar que Bia, Marli, Aleide, Secreta, Musa, poeta, escritora, arquiteta, artesã podem se concretizar todos os dias em virtude do traço e do tato das mãos que não são.

Bebês

March 11, 2009

                                                                             Bebê Rebourn/ Bambino Rebourn

Se você é daquelas que não quer que seu filho cresça, a solução talvez seja o bebê reborn. São bonecos feitos a mão por um casal de São Paulo, que se baseiam em fotografias e cobram entre R$3.000,00 a R$4.000,00 para fazer uma cópia inanimada muito parecida.

Para maiores informações, acesse o site!

Se tu sei come quelle mamme che non vogliano perdere i suoi bambini, la soluzione può essere il Bimbo reborn. Fatti a mano per una copia di Sao Paulo (città brasiliana), sono bambole basati sopra fotografie. Queste bambole costano fra R$3.000,00 e R$4.000,00. Pronti, sembrano davvero un bambino.

per visualisare queste bambole, va al sito!

Links para Projeto de Arquitetura I

http://www.actararquitectura.com/

http://www.newitalianblood.com/show.pl?id=505

http://www.archilab.org/public/2000/catalog/actar/actaren.htm#

Alcuni siti che sono interessanti. Tutti in inglese.

Alguns sites muito interessantes. Todos em inglês.

 

Vik Muniz no MAM Rio

March 6, 2009

Domingo, 1 de março de 2009, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

                                    Vik Muniz

A exposição é extremamente fantástica! O artista é Vik Muniz (1961), um paulistano artista plástico de sucesso. Seu currículo conta com diversas exposições ao redor do mundo, obras em museus importantes e obras de impressionantes dimensões.

"Parte de seu processo de trabalho consiste em compor as imagens com materiais, muitas vezes perecíveis, sobre uma superfície e fotografá-las. As fotografias, em edições limitadas, são o produto final do trabalho". E que trabalho! Abaixo, um resumo selecionado da exposição.

Medusa - Macarronada     EMERSON - SÉRIE AFTERMATH     KEY. SÉRIE “PICTURES OF EARTHWORKS

'Action Photo (After Hans Namuth)'   Releitura de Naciso  Todo em diamantes...

Clique aqui para ver a construção de grandes, grandes obras!

 

Fontes:www.marcosabino.com/blog/?p=4882; http://www.escritoriodearte.com/l2006/agosto/Vik-Muniz-63.asp; http://www.saatchi-gallery.co.uk/blogon/2007/06/new_essays_on_saatchi_online_m_1.php; http://www.bbc.co.uk/portuguese/especial/1625_moma/index.shtml

Domingo, 1 de março

March 1, 2009


Hoje vi um peixe pulando por sobre as águas, enquanto na barca, voltando.

Quase aceitei um pedido de casamento estrangeiro jogado ao ar.

Suei na Rio Branco mais do que nos meus outros 6 dias de carnaval.

Bebi coca-cola ao lado do Juca, conheci o Gabriel e o Marcos, além de outras pessoas.

Aprendi uma receita bielorrussa.

Idealizei-me em diamantes, chocolate, pedaços de revista.

Receei não estar a chave de casa na portaria.

 

 

Decidindo com que roupa eu vou amanhã, para a aula que a FAU me convidou…

Divagações de Lua Cheia

February 12, 2009

                                      ainda cheia

 

Hoje escrevi minha décima quarta crônica. Perdi o sono.

Ontem comprei 5 limões, algumas pequenas batatas selecionadas, meu primeiro mangá da nova "Turma da Mônica (Jovem)", Coca-cola. Fiquei em casa o dia inteiro, virose ou vermes, tanto faz, a barriga ainda doi. Fiz batatas a là OutBack, comi-as sozinhas. Fiz miojo, comi-o com um tempero qualquer que achei nos armários de minha tia - é, não era o orégano…

Amanhã vou a Copacabana tomar sorvete com o pessoal do teatro.

Bangucei a ordem dos tempos. Lástima!

Permaneço, esperando o nascer do sol. A TV me acompanha pelas horas, cuspindo filmes de diversos canais, quando não arrota trechos da festa do BBB. Insônia, TPM, vermes ou virose.

Bom dia.

 

 Planejando comprar "Porra" e "Botija", no sebo favorito na Cidade. 

February 8, 2009

Desenho de férias. Patrícia Costa, rainha de bateria da Empolgada às 9, grupo de carnaval do Rio de Janeiro. Exagero da perna esquerda, e consequente introdução de novo degrau, pé direito um pouco fora de proporção e posição.

Coincidência

February 4, 2009

- post arquitetônico -

Na FAU/UFRJ (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro) temos uma matéria denominada Composição da Forma Arquitetônica II (vulgo, CFAII), na qual criamos um projeto baseado em filosofias e palavras de um capítulo do livro de Iñaki Ábalos, "A Boa Vida - Visitas às casas da modernidade". Caiu para mim, à época, o capítulo sobre a casa do filme Mon Oncle, de Jacques Tati. A proposta, era uma residência voltada para uma vida de aparências: o positivismo. A palavra, dentro do capítulo que foi base de minha obra foi "opressão".

Hoje, pesquisando sobre casas diferentes, no google, encontrei um site maravilhoso, que trazia a foto abaixo.

Este é o edifício do dormitório da Universidade de Enschede. Ambos os projetos possuem paredes de escalada.

Mera coincidência? acreditem ou não, foi.

Horas esquentadas

February 3, 2009

Quando me chega aos ouvidos suaves nuances de uma voz abafada e distante. Quando me capturam os dois pontos verde-camaleão que me fixam de cima, prendendo-me o ar e o existir. Faz movimentos em minha barriga, mas ela é para ti, virgem. Ainda não teve teus ventos sobre si. Quando me foge a compreensão do que tenta transmitir, reveso-me entre o são, a emoção e a atenção que nunca me será relegada nas participações de que tanto vive.

 

Quando, por uma nesga, deixo escapar o meu outro eu. Mas a nesga se costura e, antagonica, desfaz-nos em nada.

"Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler".

Loucura

January 19, 2009

Loucura, acerca dos que ambicionam uma fama imortal publicando livros.

"Todos esses escritores têm parentesco comigo, sobretudo os que só publicam coisas insípidas. Quanto aos autores que só escrevem para poucos, isto é, para pessoas de fino gosto e perspicazes, que não merecem mais compaixão do que inveja. Imersos numa contínua meditação, pensam, tornam a pensar, acrescentam, emendam, cortam, tornam a pôr, burilam, refundem, fazem, riscam, consultam, e nesse trabalho levam às vezes nove e dez anos, de acordo com o preceito de Horácio, antes de o manuscrito ser impresso. Oh! como me causam piedade tais escritores! Nunca estando satisfeitos com o seu trabalho, que recompensa podem esperar? Ai de mim! um pouco de incenso, um reduzido número de leitores, um louvor incerto. mas respondei-me francamente: compensarão essas tênues bagatelas o sacrifício do sono, mais doce do que tudo, da tranquilidade, dos prazeres, numa palavra, todas as doçuras da vida? É preciso acrescentar ainda que estes sonhadores que andam em busca da imortalidade arruinam a saúde, tornam-se pálidos, magros, remelentos e, às vezes, até cegos. São sempre miseráveis, invejados, não têm prazer algum e, como resultado, só conseguem apressar a velhice e a própria morte. Malgrado tudo isso, o nosso sábio considera suficiente, como remédio a tantos males, a aprovação de um ou dois remelentos de sua espécie".

Estava preparando num papel estas palavras, e também uma explicação sobre a influência da loucura no Ego desses escritores - e também de toda a humanidade -, quando, junto à tempestade que caía fora de minha janela, um raio atingiu meu quarto, numa velocidade incrível, rente a minha pele. A luz fizera com que eu gritasse: "Mãããe!" e ela, da cozinha, o meu nome. segundos depois, um cheiro de queimado inundava minhas narinas. O computador queimara. História verídica.

Assustada, termino aqui mesmo estas palavras.

Fiquem com o trecho de Erasmo e a minha história.

Beatriz

January 18, 2009

Lavei a alma, conversando com todos os meus amores - os extintos, os pensados, os em vista. Desde aquele em cuja rua minha vida reencontrara a sua. O filho do vendedor de flores; ele sabe voar e, na curva, meu coração batia a mais de cem. O passado ultrapassava as ondas incorpóreas encimando meus passos, gestos, lágrimas, gritos, sorrisos, desejos. Dancei calma, agitada, sambei, fiz um misto de macumba e axé com os ombros, pernas, barriga, pescoço, cabelos, suor. Cantei e fui para um universo paralelo - misto de coxas, soldados, paetês, luzes. Lavei minha alma e não tocou Beatriz.

Renascia Bia, completamente Nua.

Buon capodanno a tutti!

Criação - primeira parte

December 10, 2008

Lá se vão as horas, e ainda cá estou, esperando que entres por esta tela e acabe com minha angústia, que cresce sem um fim qualquer. O tempo corre em slowmotion. E a esperta, bonita e desinibida atriz, com olhos oblíquos, quase dissimulados, aguarda inquieta, decorando textos e testando expressões. Se não querias, não deverias me procurar, nem me iludir e tão pouco deixar que me apaixonasse. Por que não atendes o meu chamado? Inquietas sombras, não perpetuem a nostalgia dos tempos passados, não afaguem o que renasce em mim…sembra un errore… Ed anche pazzia mia

Arte

November 19, 2008

Comparações I: Vênus, Olympia, Modelo - releituras

Vênus Adormecida - Giorgione Vênus Adormecida, Giorgione - Maneirísmo

Vênus de Urbino - Ticiano Vênus de Urbino, Ticiano Maneirísmo

Olympia, ManetOlympia, Manet

para ver a imagem, entre no site indicado no texto

 

 

 

 

 

http://olhares.aeiou.pt/galerias/detalhe_foto.php?tc=1&origem=&id=2092783

DETALHE DETALHE repetido em todas as imagens

O nu artístico é herança clássica. No maneirísmo, por exemplo, temos a imagem de Vênus, idelizada por diferentes pintores, porém sempre trazendo semelhanças. A Vênus Adormecida de Giorgione, por exemplo, tem algo também presente na Vênus de Urbino de Ticiano. Fazendo uma comparação com uma obra recente, temos a impressão, em uma breve leitura,de que Olympia de Manet assemelha-se a ambas as obras. Porém, ao analizarmo-na, percebemos que a imagem, aqui, perde a idealização das primeiras, aproximando-se da realidade do espectador. Embora carregada de um sentido de releitura das pinturas anteriores, ela assemelha-se a realidade de uma modelo (como a fotografia aqui mostrada), apenas, ou de uma simples prostituta. No detalhe, pode-se perceber o item de repetição.

(:Ascoltatevi!–> Pássaros (Los Hermanos)

Alface

November 8, 2008

Procurando arquivos antigos, encontrei este ensaio. Achei divertido.

divertitivi!

Pediram-me para escrever sobre o fato de estarmos secando folhas de alface. Em minutos insanos, borrões de nanquim azul surgiram sob o amarelado tom da primeira folha do bloco de anotações da cozinha, revelando-se um absurdo faceto. Após as primeiras críticas, segue o texto.

 

 

 

Críticas:

 

 

 

-          “Tá bonito e profundo… Mas não fala sobre alface!”

 

-          “Minha geladeira, vazia?!?” (“Não, mãe, é para torná-lo romântico…”)

 

-          “Não tem paladar?! Mas alface é uma delícia..!”

 

-          “¬¬ Ridículo.”

 

 

 

Texto:

 

 

Tudo verde. E água.

 

Na vastidão de alfaces daquelas bacias, eu e minha irmã revezávamos o tempo que não tínhamos para admira-los, seca-los, enfim, separa-los das gotas d’água que os amavam em profundo silêncio e joga-los por entre as prateleiras na geladeira vazia, onde esperariam tranqüilos e gelados para servirem de almoço a qualquer um de nós.

 

Como é triste a vida de uma folha de alface! Nasce em pés, não possui braços nem cabeça, orelhas nem tampouco paladar. Traz em suas nervuras e caules o fardo de ser cortada e fazer parte de saladas apetitosas, acompanhada por molhos, tomates, cenouras, pepinos…

 

Por mais infeliz que seja a vida humana, sempre arranjamos consolação para as pequenas e grandes desventuras.

 

Jamais seremos verdes.

 

E, por mais que tentemos, nunca alface.

 

 

(:Ascoltatevi!–> Perdoa, meu amor (Marisa Monte)

September 30, 2008

Encomendaram-me um texto, hoje!

M-E-R-A-V-I-G-L-I-A!!!!!!!

talvez - indagações da caixa verde

September 25, 2008

Bia Mies' arts

No escuro que encerra o interior desta caixa, talvez guardes o que de precioso nos sobrou

Talvez recordações quaisquer como as fotos enegrecidas no estúdio - ou quem sabe aquelas que escondes ao lado de tua cabeceira

Quando repousares, sob o escabelo, este singelo último presente, talvez releies cartas, datas, poesias, canções, estações

Quando olhares no fundo do verde que colore esta caixa talvez sintas saudades do sépia que tornou-se a nossa tão profunda juventude

Talvez, quando desviares o olhar desta caixa, já sejas quem nunca me pertenceu e, quem sabe, um estranho até para a linguagem que já se perdeu com o sopro do tempo

(:Ascoltatevi!–> So sick (NeYo)

Keep always around, Super…

September 18, 2008

Será um pássaro? Será um avião? …

Domingo, 31 de agosto

September 1, 2008

"Cara, li seu blog. Na moral, é um saco"

Pela primeira vez alguém não fez uma crítica favorável ao S.L.L.L. Talvez uma das mais sinceras e, sinceramente, gostei. A dona destas palavras alegou que eu escrevo, e não apenas delato o que ocorre comigo durante os dias. Em sua memória, hoje - excepcionalmente - assim o farei. Espero que goste, Gina.

É domingo, e amanhã ainda acordarei em minha própria cama. É domingo, e faço o que não gosto há quase 6 horas - plantas. Passiei de "manhã" (acordei depois das 11h) com meus pais, almoçamos sopa de angu, vim fazer estas plantas, entrei na internet, li o Blog do André (saudades), falei com meu sogro (parabéns!) e meu amor (saudades!!), comentei no Blog do Mateus, voltei para a planta, vi a entrevista com Reese Witherspoon no Fantástico (faz anos que não assisto um fantástico por inteiro…), plantas, plantas, plantas!

 

 

(Definitivamente, esse não é o meu modo de escrever…)

(: Ascoltatevi! -> Big girls don’t cry (Fergie)

La pazzia nell’arte del quotidiano mio

August 12, 2008

Fotógrafa, Jornalista, Diretora teatral. Novas características para quem quase não havia nenhuma…

"Todas me dão a exata expressão de olhar que necessito. Ao passo que mais enxergo, talvez, menos veja…"

Sem escrúpulos, torno-me míope moral à medida que mais concentro-me no côncavo de minha luneta.

"É melhor não ver"… Mas, se assim o deseja, tornar-se-á cega, como a inocência de uma criança é cega perante o mundo do homem, maligno.

Que não toquem-me os pés as águas de Letes..! Deixem o armênio com as suas salamandras…

      L'arte in me, che cambia con i diversi sguardi

August 8, 2008

Como parte de toda juventude, a revolução que em mim começou pela idéia frustrada da aplicação de um piercing no lado esquerdo do nariz (um pequeno strass, apenas) agora toma outros rumos. A faculdade que curso agrada-me e não; neste ponto, as revoltas foram tantas e tão confusas que resolvi por abocanhar 1/3 das matérias obrigatórias - e só! - e rumar para outros campi, selecionando disciplinas tais quais Técnica de reportagem, Ética no teatro, Interpretação, Fotografia - que até têm a ver com História da Arte e da Arquitetura III, História da Cidade e do Urbanismo III e Desenho de Observação II. Alguns decretaram-me louca, outros corajosa. A verdade é que não sei bem em qual melhor me encaixo, e talvez, a melhor declaração seja perdida.

                          Cosa volete essere?

 

O melhor de tudo é que perdi todas as aulas da primeira semana. Aluna sempre dedicada, esqueçoagora, de acordar com os gritos de meu celular e não ligo a mínima se passaram lista de presença. Talvez assista a última aula de hoje, sexta-feira, abertura das Olimpíadas chinesas… Ah! semana de trote, quem assiste as aulas? Na que eu fui, o professor não foi ("só semana que vem", informaram-me na sala 618); em outra, troquei quarta por quinta-feira (sendo que havia conferido o horário três vezes).

Não; talvez prefira me decepcionar com a sociedade e reeducar meu olhar com uma luneta mágica em algum canto da faculdade - ou não -, debaixo de uma árvore, degustando uma maçã ou outra fruta qualquer. Talvez mude meu nome para "Simplícia" e, quem sabe assim, descubra o verdadeiro adjetivo para esta fase em que me encontro.

||| Leggete!–> "A Luneta Mágica" (Joaquim Manuel Macedo)

Como se fosse um palco…

July 10, 2008

         Como foco de cena, com canhões de luz e um fundo nobre - silêncio.
         Como monólogo num teatro cheio de cadeiras – vazias.
         Como um ator em laboratório - eterno.
        
         O crepúsculo chegara trazendo o arrastar das horas madrugada sempre mais e mais adentro. O tic-tac do relógio foi silenciado pela ausência de barulho além das janelas. Tudo dormia. Tudo, menos a luminária incansável sob o chão - única fonte de cor num grande salão engolido pelo negro da noite. Ali, entre papéis, lápis, canetas e rascunhos, tentava-se lutar contra os efeitos nocivos da insônia.
E eis que não surge nada. Nem sono, nem inspiração. Nem sono. Nem…

                                                    Zzzz.. .

                                             non dormire... non riuscire... dormire. . .
                                       (Tudo cansa. Até o próprio cansaço.)

La mia versone di “Erì piccola così”

April 21, 2008

La lezione era semplice: mettere in ordine alcune disegni e provare ad immaginare come potrebbe essere la storia. Dopo, confrontare con la lettera d’una canzone (qui scritta, dopo il mio racconto):

Era autunno e Laura andava per le srade quando trova un suo amico d’infanzia che non vedeva da molto tempo. Dopo alcune ore di conversazione, lei si è innamorata di lui ed anche a lui secude la stessa cosa. Fanno, allora, un appuntamento per cenare insieme l’altro giorno. In questa cena divenano fidanzati. Tre anni dopo, marito e moglie. Tutto era benìssimo lui le portava la colazione a letto, uscivano insieme ecc. Finché lui ha cominciato a picciarla con molta frequenzia. Lei è diventata malata, infelice. E con questo ha conosciuto Franco, un suo vicino che un giorno, sentendo gridare la donna, ha bussato nella sua porta. Loro hanno cominciato un affare e, quando Pietro, lo marito, ha tentato picciarla nuovamente, lei ha preso una pistola che ha incontrato dentro casa e gli ha sparito.

“T’ho veduta. T’ho seguita. T’ho fermata. T’ho baciata Eri piccola, piccola, piccola. Così. M’hai guardato. Hai taciuto. Ho pensato “beh, son piaciuto”. Eri piccola, piccola, piccola. Così. Poi, è nato il nostro folle amore che ripenso ancora con terrore. M’hai stregato. T’ho cerduta. L’hai voluto, t’ho sposata. Eri piccola, piccola, piccola. Così. T’ho viziata. Coccolata: late, burro, marmellata Eri piccola, piccola, piccola. Così. Che cretino sono sato, anche il gatto m’hai venduto Ma eri piccola. Eh, già. Piccola, piccola. Così. Tu fumavi mille sigarette, io facevo il grano col tresette. Poi un giorno m’hai piantato per un tipo svaporato. T’ho cercato. T’ho scovato. Quattro schaiffi t’ho servito. U m’hai detto “disgraziato”. La pistola m’hai puntato. Eh… Ed un colpo m’hai sparato. Ah, sì. Eh. Spara! Spara! Spara! E pensare che eri piccola, ma piccola, tanto piccola. Così.”

Le due storie sono troppo diverse in tutta l’estrutura dei testi. Questi sono esempi di "isegoria", una parola che ho imparato oggi mentre studiavo la democrazia greca, e che significa "libertà di pensamento, di parole e di critica".

Isegoria

Sono soltanto parole, sto soffrendo della sindrome di Bartleby, e, purtroppo, non sono riuscita ad scrivere molto.

                         

(: Ascoltativi!-> "Passamos por isso" (Camisa de Vênus)

Intrigações - parte II

February 12, 2008

Em meio a obras de arte, um grande questionamento:

                     Buco nell'esposizione

Arte contemporânea ou falta de de obras-primas?

2006. Museu de Arte Contemporânea (MAC), Niterói, Rio de Janeiro.

Intrigações - parte I

January 26, 2008

O PERIGO EM SE LER BULAS - quando, por fortes dores de cabeça, você acha que precisa do conteúdo delas:

 

 

 

Bolla 

Depois querem dizer que remédio não assusta…

(:Ascoltatevi!-> Morro do Dendé - BOPE funk