Prafrentex!

September 9, 2009

Nos próximos 18,19 e 20 de setembro, Nova Friburgo vai sacudir com uma viagem aos tempos da brilhantina. O Teatro Municipal Ariano Suassuna será palco de "60, o Musical", um espetáculo da fictícia Rádio Esplendor que integra dança, canto e interpretação apenas com artístas locais.

A peça resgata um programa de rádio dos anos brilhantes. Com duração de uma hora e dez minutos, a atração tem ligação e carta dos ouvintes, jingles e vinhetas de comerciais e, é claro, o melhor da música e da dança dos anos 60. Tudo ao vivo interpretado por 9 atores/cantores e pelas bailarinas da Marqui Cia de Dança. No repertório: Beatles, Elvis, The Carpenters, Chubby Checker, Jovem Guarda, Frank Sinatra, Frankie Valli, entre outros. Uma verdadeira viagem pelo tempo, repleta de alegria, surpresas e emoção.

Assinam o espetáculo Bibiana Beurmann (texto), Geraldine Marqui (coreografia), Lanuzia Pimentel (voz), Bernardo Dugin (direção/ produção) - com apoio de Sura Berditchevsky, além de Juran Studio (sonoplastia), Carla Azevedo (figurino) e Neide Coiffeur (cabelo/maquiagem).

No elenco, Anike Couto, Bernardo Dugin, Carmen Lucia, Ivana Valle Machado, Lucas Braune, Lucas Veiga, Miguel Toscano, Núbia Gremion e Thamires Braga.

O corpo de dança é composto pela Marqui Cia de Dança. Agradecimentos especiais aos apoiadores, Duas Barras Indústria de Moto Peças, Conexão Academia, Juran Studio, Frimídia, Jornal A voz da Serra, VibeNotícias e Prefeitura Municipal de Nova Friburgo.

60, O MUSICAL! Teatro Municipal Ariano Suassuna

Para maiores informações, dê um google no espetáculo!

Siga nos no twitter!

Descobri, enfim.

July 22, 2009

Aura, aura minha. Sacra região dos meus desejos. Energize meu envólucro e equilibre meus chacras.

 

VIVA A CAL!

(e meu olhar inexplicavelmente único, como o diria Bruno…)

 

 

 

seria enfim?

Keep always around, Super…

September 18, 2008

Será um pássaro? Será um avião? …

June 9, 2008

(Escrevo estas linhas atravessando a Getúlio Vargas, recordando-me da plaquinha de madeira com os dizeres “Tia Trude”, os pirulitos de chocolate, os strudels, o cheiro de biscoito assando…)

 

 

 

O domingo tem cheiro de doce e o odor irradia-se pela praça através de tímidos raios solares. O verde adere-se ao cinzento de fins de outono e à memória de meu passado, enquanto os passantes fulguram fora de foco. Ao fundo, por entre as barracas da feirinha, vejo minha vó.

 

 

 

 

 

Que saudades.

Frustrações ínvias

May 3, 2008

Transcorro passos
Ínvios
Neste mar de sombras
Em que habitam
Todas as
Dúvidas
 
É um  enforcar-se em
Algodão-doce
E um deleitar-se em
Sangue e concreto frio
 
São como lanças de
Aço
Atiradas em direção ao
Seio humano
- Mira que sempre acerta por entre os
Braços
 
É o calar da
Noite
No silenciar da
Mente
 
É o divagar da
Cólera
De alguém
Ausente

Encontro às avessas

April 11, 2008

Sem me tocar, ao reconhecê-lo, não o cumprimentei. Talvez por pensar "ah, ele não irá lembrar de mim…" ou por sei lá que desculpas dar. O fato é que não o fiz. E isso foge a minha personalidade.

Abel Matos é autor de Outras Cadeias A Cadeia e Crônica de uma Cidade Santificada, ambos os livros comprados por mim numa palestra do curso de teatro Jurisdrama. O primeiro livro está em minhas mãos no exato momento, e não é difícil acreditar que o homem - professor de Português e Literatura da UFRJ - possua olhos tão vazios e distantes quanto os sentimentos por ele vivenciados em seu período de lecionamento através das grades de Bangu III. Que a expressão cansada em seu frontispício seja reflexo de tantas contradições filosóficas adquiridas com a frieza do concreto e do aço aprisionador. Que o seu tamanho diminuto seja, quem sabe, a imagem da opressão do cárcere, e das situações um tanto quanto atípicas para um civil qualquer.

Ainda inconformo-me de não ter cumprimentado o sujeito que assinou "Núbia lembra leveza e carinho. Por isso e mais, a minha admiração", em um dos dois volumes citados.

 

Peço desculpas, caro educador de palavras tão refinadas.

                                                                            (CCBB, 10 de abril de 2008)

 

(:Ascoltatevi!-> "O Tempo não Pára" (Cazuza)

Enfim, liberdade

March 28, 2008

" Vou parabenizar o Zé. Se em três dias ele te deixou deste jeito, imagina o que não fará em um maior tempo!" - confidenciou-me minha produtora hoje pela manhã.

Há tempos não me sentia assim. A proximidade de uma certa data, em tempos passados, atormentava-me de um jeito que impedia-me de pensar em mim. Este ano, no período que vai das 5:30h às 00:00h(hora ativa do meu dia), nem sequer um minuto, o motivo opressor passou pela minha cabeça. Foi só pelas 5:30h da aurora de hoje, que me dei conta:

- Expirou o prazo da minha provisória de motorista.

E como um fantasma de mil anos adormecido - desses que, por tanta falta de uso, desaprendem a assustar - o dia de fim de março desintegrou-se diante do meu olhar ainda sonolento.

Não deu em nada. Aliás, nunca me senti tão radiante.

(Claro que Zé é parte importante da história. Mas o fato de eu ser mais carioca, a cada dia, e mais atriz, a cada dia, e mais feliz, a cada dia, e mais eu mesma, a cada dia, simplesmente, fez com que as lástimas da semana - as 2h de espera na rodoviária na serra, seguida da fila quilométrica para o táxi a 1h da manhã, em Niterói - domingo de páscoa - o sentar desesperado no meio-fio do Projac - segunda -, a perda do celular no ônibus da 1001 - terça -, a chuva e o atraso para o trabalho - quarta - transfigurassem-se em acordar às 9h na quinta, fechar atuação e produção de peça, na quinta, encontrasse e permanecesse com Zé no engarrafamento de mais de 2h na Avenida Brasil, na quinta, passeasse com Zé em Niterói, na quinta, e começasse projetos de faculdade, na quinta - sem contar a proposta de trabalho arquitetônica, mas esta sai do contexto, foi feita na terça-feira. Nunca fui tão sinceramente feliz em toda a vida).

Parênteses

February 8, 2008

(Em função de férias, a parte II do "intrigações" será publicada posteriormente).

Imagine você, sendo agnóstico. Agora, imagine você sendo um principiante estudante de arquitetura.

                                                             […]

Toda a Igreja - ou templo religioso - gera fascínio em sua estrutura e decoração (para os estudantes desse ramo, é claro). Imagine agora você, tendo a oportunidade de presenciar uma cerimônia qualquer na Candelária. A ocasião, no meu caso, foi uma Missa em Ação de Graças aos Formandos do Curso de Odontologia da Universidade Gama Filho. A imponência da Igreja em toda a sua decoração de mármore, com vitrais alemães, colunas coríntias, pinturas e painéis que contam a história da própria Igreja, deixou que, em meio a cerimônia, turistas adentrassem o local e atirassem flashes para todos os lados. Uma verdadeira emoção turística, como a sensação de existir, ali, um museu em movimento.

Não falei que na folha de rosto do panfleto do Rito religioso vinha a expressão-título "Missa Ecumênica". Até o sermão do padre (que tinha a arte de transformar simples palavras como "formandos" em um interessantíssimo For    -     man     -       do      -      s), ninguém tinha se chateado ou questionado tais palavras. Foi quando o mesmo padre duplicou o sentido de seu sermão: disse que para ser uma cerimônia ecumênica, ali deveria estar um pastor ao seu lado, e que a culpa era dos formandos. Tudo bem, ele parecia estar naqueles dias. Relevamos. Ele reclamou da ordem dos rituais, os formandos não haviam consultado a Igreja. Também relevamos, apesar de já estar sendo criado um clima nada agradável para todos os convidados, que vinham "dar graças ao sucesso obtido por aqueles 48 alunos". Foi quando chegou a hora da comunhão.

"Agora que eu percebi que isto não é uma missa" - disse o padre - "Não há Vinho, hóstia, água…". A culpa, meus senhores, claro, era dos formandos. Esta Igreja histórica não tem padre e, portanto, tudo recai sobre os formandos, aqueles que alugaram o templo e que celebravam a nova etapa de suas vidas - pós e mercado de trabalho.

As duas badaldas

January 22, 2008

Foram-se 6 páginas de documento do Word. A noite não prometia ser nada especial, algumas chateações em relação ao programa de inscrições em disciplinas da faculdade. O dia tinha sido carregado de fugas para a fantasia, transformei-me em uma pueril  princesa de contos de fadas em amadoras sessões de foto. Como toda boa realidade contemporânea, coloquei as fotografias no Orkut, intitulando o novo álbum de “Fairy Tales”. Em meio à relatividade do tempo, um príncipe com status “Ausente” corteja-me, e aí se vão longos minutos que, com a ajuda de inspiração, excitação, dúvidas e sonhos (por quê não?!) transformam-se em infindas partículas de tempo eternas.
As músicas que tocam randomicamente no Windows Media Player ampararam o clima de romance, sumindo com um tímido e singelo sapatinho de cristal. “A Nova Cinderela” parece sair da tela da TV e fazer umas alterações no último script. É quando as duas badaladas ecoam madrugada a dentro. A carruagem desfaz-se em abóbora e as vestimentas voltam a ser os velhos trapos de dormir que uso.
A tela do computador cerra seu portal para a fantasia. O travesseiro e o lençol recém trocados sugerem novas folhas brancas para o imaginário.

Trocando em miúdos, negação sobre o amor

December 9, 2007

 Antes que mal me perguntes, sou neófito nestes casos dos quais vos falo. Diria mais e inda melhor: sou um ser néscio na arte do neologismo que é o amor. Sou um ser andante, que caminha entre sofismas e falácias, tropeçando nos maus destinos da hipocrisia dos homens. Não, senhoras e senhores, eu não sei amar. Nunca soube. Este sentimento que une corpos e entrelaça almas, que estimula ciúmes e risadas… Que provoca lágrimas ardentes e lenços brancos numa saudosa estrada - certa por retornar… Não senhores e senhoras. Sou um náufrago nesses mares sempre dantes navegados. Negligencio as atitudes daqueles que se dizem meus… Ignoro negociatas desses mesmos meus em terrenos tão ternos. Nego a nata nocência suja, ignóbe e sorturna que vai, aos poucos, transformando minha sanguinea candura em terras griladas por iníquos corações. Sou, por forças maiores, um intratável em termos de intransigência. Sou assaz pujante na prolixa confiança em promitentes. Queria ser por demasiado ousado para inumar minha insalubre existência e renascer de minahs próprias cinzas com o temperamento delicadamente esboçado pelos verdadeiros amantes.

Queria eu a ironia machadiana para explicar o que sinto.

Mas, se não a possuo, continuo sendo melífluo neste melodrama que abriga as cenas de minha vida pungente. Persisto nesta forma de páramo até que pretas borboletas tornem-se azuis em minahs paragens.

La farfalla dei miei sogni, pensieri...

Extra! Extra!

November 23, 2007

A partir de agora, o S.L.L.L. tem a honra de apresentar novos escritores (amadores ou aspirantes a algo mais profissional), através da categoria "Colunistas Convidados".

O primeiro texto é de autoria de Cara Fulgaz, intitulado Tom de Azul.

Os interessados devem enviar seu e-mail por comentário.

    Boa leitura!!

Resposta às frutas (em tempos remotos, seria)

November 17, 2007

    E me disseste uma vez que calculavas o tempo em  que tuas rugas permaneceriam sobre minha retina. E me perguntavas sem palavras  quantas vezes juraríamos amor eterno em domingos recheados de frutas. Quantos "abriis" seriam necessários  para que um calendário fosse qualquer coisa que um relato atemporal de tanto amor.

   Hoje, pela manhã, tua sombra continua em meu quarto. E nesta mesma manhã teus braços acalentam meu corpo num abraço enquanto desperto.

   Misteriosamente, um gelo trinca num copo não tão distante. E me faz crer que nada é fim. Tudo é luz, tu guias meus passos enquanto vivo (…).


   

 A resposta é o sempre.

CASA COR RIO 2007…

November 9, 2007

Io sopra il grande libro

…Magnifico!

Quando o fim é curto

November 6, 2007

.. proprio..

.. e mio...

 

 

 

 

 

Susto. Medo. Raiva. Reconhecimento… Nem sempre batalhas perdidas são guerras vencidas. Bem, aqui estamos.. de volta, para alegria da grande maioria de meus leitores (1 já é maioria, se não for a totalidade).

Às vezes, as coisas não podem tomar mesmo outros rumos.

Então, lá vamos nós outra vez. “Keep swiming“, como nos diria a esquecido Dorie de “Finding Nemo“. Afinal, o que seria das coisas se estas parassem? Bastava um empurrãozinho, pronto, S.L.L.L. está de volta.

Benvenuti tutti di nuovo!!

Substituição

October 13, 2007

“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas …
Que já têm a forma do nosso corpo …
E esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos
mesmos lugares …
É o tempo da travessia …
E se não ousarmos fazê-la …
Teremos ficado … para sempre …
À margem de nós mesmos…”

(Fernando Pessoa)

258-0571, Sheila Diva, Borboleta amarela - só quem leu entende a analogia

October 9, 2007

 Todo mundo tem dois lados, seja um paterno e o outro materno, seja um benévolo e o outro não.

"Só as grandes paixões são capazes de grandes ações".

As grandes ações vêm carregadas da sinestesia que prende as declarações de dois adolescentes:

 -Me amas?

 - Mais que tudo, tudo, tudo..!

 Sem saber que o tudo também é dois, os amantes maiores sofrem tudo: romances, declarações, decepções.

O tempo está atrelado ao tudo; e o tempo é de todos sepultor.

"[…]um homem consola-se mais ou menos das pessoas que perde, mas falto eu mesmo, e esta lacuna é tudo. Uma certidão que me desse vinte anos de idade poderia enganar aos estranhos, como todos os documentos falsos, não a mim. Os amigos que me restam são da data recente, todos os antigos foram estudar a geologia dos campos-santos. Entrementes, vida diferente não quer dizer pior. A certos respeitos, aquela vida antiga parece-me despida de encantos, não obstante, fez-se moléstia, e, de memória, conservo alguma recoredação doce e feiticeira. Há nisto alguma exageração. è bom ser enfático, uma ou outra vez, para compensar este escrúpulo de exatidão que me aflige. Se me ativer só a lembrança da sensação, não fico longe da verdade".

A verdade é que pelo esquecimento as carnes se foram, talvez um equilíbrio as tenha trazido a mim.

Através deste sol das onze e dezoito da manhã de nove de outubro, descanso obrigada. Uma bota branca é motivo de tanta calmaria.Talvez realmente precisasse estacionar por breve momento e apreciar o entorno (não estudá-lo com afinco como anda feito).

É tempo de reerguer novas esperanças, pois as velhas estão falhas.

"Só as grandes paixões são capazes de grandes ações".

"Esquece, querido, ser o homem o mais deficiênte, o mais enfermiço dos animais?"

"Toda omissão, por interesse ou mesmo por amor, é escandalosa".

 

*Pensamentos referentes ao escritor de Rua do Ouvidor 71 Machado de Assis e a Visita.

CAMPANHASS JÁ! (atendendo a pedidos não formalmente mencionados)

October 3, 2007

Comecemos a campanha "Alfabetização para os Vendedores de Uvas JÁ!!! "

A iniciativa de um dos meus poucos - mas imprencindíveis - leitores, vem para beneficiar a todos. Em suas palavras:

Vote!

 

 

        Essa nobre classe tem sustentado a nossa sociedade em suas sofridas costas por demasiado tempo para que ignoremos suas necessidades! Se você encontrar algum vendedor de Uva na sua frente dê uma longa e pormenorizada aula de português para atender as necessidades básicas de sua profissão. Ganha ele, ganha você e ganha o Brasil!

                                                   

            E já que o tema "campanha" está no ar, gostaria de propor uma idéia que guardo há algum tempo comigo. "Campanha para a extinção do falso *,99". Para aqueles que acreditam que de R$0,01 em R$1,00 as entidades mercantis vão beneficiando-se como quem não quer nada e de repente lucram R$1,00, R$2,00, R$5,00, R$20,00, R$100,00 por dia, tudo naquela falinha maliciosa Posso ficar te devendo R$0,01? Faça como eu! Diga Não e exija já o seu direito de receber R$0,01. Caso não seja possível, da próxima vez, diga "Posso ficar te devendo R$0,05, R$0,10?".

                                       Receba o troco. Ou, dê o troco.®

                                                              Receba o troco. Ou, dê o troco.®

                     (Mensagem publicitária patenteada. Direitos autorais reservados).

Maddona mia! La facolta…

August 9, 2007

Segunda-feira, 06 de agosto. Abri os olhos e ainda estava ébrio lá fora. As 5 da manha alguns humanos ainda dormem. Mas nao os calouros da FAU. Nao mesmo. Levantei, arrumei a cama, tomei um banho, troquei de roupa sem fazer barulho para nao acordar minha companheira de quarto. Calcei o tênis. Mas como faz barulho esse solado de plástico! Fechei a porta do quarto, acendi a lanterna do celular e fui me guiando até a cozinha, onde preparei um café da manha recheado com paes, morangos, bananas, biscoitos e suco de uva. Voltei ao quarto, conferi se o pote de tinta guachê cor de rosa estava na minha bolsa. Estava. Pé ante pé sai de casa, chamei o elevador e me aventurei três quadras até o ponto de ônibus. Lá, esperei. Pensei que veria o nascer do sol sob a ponte Rio-Nitéroi. Mas quando avistei o pomposo 998 - linha vermelha! - vindo em minha direçao, o astro-rei já estava alaranjado no horizonte. Olhei as horas, marquei o horário e fui, de jaqueta, calça (que depois descobri estar rasgada num local nao muito legal) e camiseta laranja, a cor da minha equipe de trote. Cheguei as 7:10 na Reitoria, liguei para o terceiro lugar e lá nos encontramos, revendo e conhecendo o resto da calourada. Foi incrível me sentir "em casa" daquele jeito. Nos preparamos para assistir a aula de CFA (a primeira de 35 até  o fim do semestre) e fomos levados ao Mezaninos, onde todo o trote começou. Tivemos que tirar nossos sapatos do pé direito, andar de elefantinho gritando músiquinhas e sacanagens, fomos pintados, nos apresentamos, conhecemos e brincamos com o Bráulio, levei uma lambida no rosto…

Assim foi parte da manha. Tivemos uma reuniao com os professores de CFA e DA I, aula mesmo, nada. Ainda. Fizemos amigos, almoçamos um X-Burguer no trailer, conheci uma menina laranja que também fala italiano, pagamos R$3,00 para termos nossos sapatos de volta, voltei para casa. Morta. Depois, sai com um ex-namorado que mora na mesma rua, ele me apresentou o Bairro onde moro. Voltei para casa, conversei com a minha nova família republicana e fui dormir depois das 23h.

Terça-feira, 07 de agosto. Acordei as 5:30h. Nossa, nao ouvi o despertador tocar! Corri, nao daria tempo de tomar banho. Ageitei minha bolsa, separei as garrafas pets que deveria levar e fui preparar meu banquete da manha. Sai as pressas, peguei o elevador e quando cheguei no T, onde estavam as garrafas? Droga, amanha eu levo. Sai rápida, de casaco, fazia frio. Quando avistei a praia, avistei meu ônibus, indo embora. Fazer o que? Fui eu para o ponto. Dali a dez minutos, outro 1001. Mais barato! Que bom! Foi pela linha amarela.. Avenida Brasil… Ah, nao…! cheguei na faculdade atrasada para a aula de GD (a mais sinistra de todas as matérias, segundo TODOS os veteranos). Meu telefone nao parava de tocar.. Onde você está?? Estou indo.. Estou indo.. Onde é a sala?? Vários planos se entrecruzavam, vários pontos e linhas.. (l), l, l’…Copia, Bia! Enquanto prestava atençao e treinava a caligrafia ainda nao oficial, notei que a professora falava uma coisa e escrevia o seu oposto. Que raios! SERÁ QUE COPIEI INFORMAÇOES ERRADAS? Saímos dalí para o TROTE. Brincadeiras de hoj? Nada de Bráulios… Boliche humano. Fiquei toda pintada de laranja (isso porque nao descobriram quem era o segundo lugar.. rsrs) e depois cheia de espuma de sabao em pó. Engraçado, muito engraçado. Seguimos para o boliche humano. Meu veterano chefe Magrelo me indicou para competir. Eu tinha que escolher minha aliada. "Vem!", apontei para a outra italianinha da equipe. Ganhamos! Derrubei as duas meninas! Os homens mais adiantados vieram me perguntar se eu fazia judô. Entrei na zoaçao: Nao, mas tô pensando em entrar. Acha que levo jeito?? Fomos classificadas para as semi-finais. As novas oponentes estudaram meu jeito de derrubada e foi dificil jogar a menina da minha mesma equipe de trote de costas. Quando estava quase perdendo, o meu braço direito na luta desmaiou,  o que cancelou as finais e o resto do jogo. Susto geral. Fiquei apavorada, tentamos acorda-la, ela chorava, nao dizia as coisas, perguntava o que estava acontecendo. Fui pegar o chinelo dela na sacola, e, como nao sou boba, peguei o meu também. Escondi na bolsa e continuei andando com a menina e mais duas, carreguei a mochila e as coisas dela até o banheiro. Esperei para qe ela trocasse de roupa com o auxilio de uma outra caloura. Levaríamos-a ao hospital, eu nao poderia ir daquele jeito, com uma rodela vermelha em volta do olho direito, um coraçao na bochecha esquerda e uma seta direcionada paa baixo do pescoço. De jeito nenhum. Lavei o rosto e quando vi, elas tinham ido. Agora, iria ter que enfrentar o trote, pensei. Fomos comer (outro tipo de hamburguer). Depois, fomos ao prédio de Letras, ru tinha que pegar uma carteira no Banco. De lá, me despedi dos 4 calouros que me acompanharam e fui embora para Nikiti. Morta? Parei no Plaza, saltei na casa de um amigo e fomos ao Centro do rio, de barca. Fui ao sindicato, voltamos, passei nas Sendas, fiz algumas compras e vim para casa, marcando um frescobol para depois do rápido lanche com a mesma companhia da noite anteriror. Foi divertido voltar cheia de areia para casa, descobrir a Leader Magazine daqui.

Quarta-feira, 08 de Agosto.

Caros leitores: a hora passa e faltam ainda 2 dias para terminar este diário. Tenho trabalhos a fazer, muitos. Vou-me agora, mais tarde tenho outro compromisso. Nao fiquem chateados, peço-lhes. Nao prometo terminar esse post em um novo amanha, mas até terça-feira que vem ele estará findado.

Boa semana para voces, fiéis amigos!

Em resposta ao último comentário

July 18, 2007

Retifique-se senhor:

                                                     Prata!

 

Não mereço medalha de ouro, embora o significado o aceite. Subi de categoria hoje na classificação geral da faculdade. Sou prata. E o PIN, senhor, fica abotoado aqui, no meu lado esquerdo, com os dizeres "eternos". Sabe que és uma das minhas paixões! As saudades são muitas, porém transformam-se em mais sais, para maiores momentos. As evidencias são muitas: os Grandes não se separam, não importam distâncias.

 

Está aqui algo que considero uma honra: poder dirigir-me a ti, Grande Renato, por este humilde (reflexo da escritora rsrsrs) espaço.

Amo-te, meu Grande Eterno AMIGO e CATIVO LEITOR!!

Obrigada por toda a atenção e presença!