Divagações de Lua Cheia

February 12, 2009

                                      ainda cheia

 

Hoje escrevi minha décima quarta crônica. Perdi o sono.

Ontem comprei 5 limões, algumas pequenas batatas selecionadas, meu primeiro mangá da nova "Turma da Mônica (Jovem)", Coca-cola. Fiquei em casa o dia inteiro, virose ou vermes, tanto faz, a barriga ainda doi. Fiz batatas a là OutBack, comi-as sozinhas. Fiz miojo, comi-o com um tempero qualquer que achei nos armários de minha tia - é, não era o orégano…

Amanhã vou a Copacabana tomar sorvete com o pessoal do teatro.

Bangucei a ordem dos tempos. Lástima!

Permaneço, esperando o nascer do sol. A TV me acompanha pelas horas, cuspindo filmes de diversos canais, quando não arrota trechos da festa do BBB. Insônia, TPM, vermes ou virose.

Bom dia.

 

 Planejando comprar "Porra" e "Botija", no sebo favorito na Cidade. 

February 8, 2009

Desenho de férias. Patrícia Costa, rainha de bateria da Empolgada às 9, grupo de carnaval do Rio de Janeiro. Exagero da perna esquerda, e consequente introdução de novo degrau, pé direito um pouco fora de proporção e posição.

Coincidência

February 4, 2009

- post arquitetônico -

Na FAU/UFRJ (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro) temos uma matéria denominada Composição da Forma Arquitetônica II (vulgo, CFAII), na qual criamos um projeto baseado em filosofias e palavras de um capítulo do livro de Iñaki Ábalos, "A Boa Vida - Visitas às casas da modernidade". Caiu para mim, à época, o capítulo sobre a casa do filme Mon Oncle, de Jacques Tati. A proposta, era uma residência voltada para uma vida de aparências: o positivismo. A palavra, dentro do capítulo que foi base de minha obra foi "opressão".

Hoje, pesquisando sobre casas diferentes, no google, encontrei um site maravilhoso, que trazia a foto abaixo.

Este é o edifício do dormitório da Universidade de Enschede. Ambos os projetos possuem paredes de escalada.

Mera coincidência? acreditem ou não, foi.

Horas esquentadas

February 3, 2009

Quando me chega aos ouvidos suaves nuances de uma voz abafada e distante. Quando me capturam os dois pontos verde-camaleão que me fixam de cima, prendendo-me o ar e o existir. Faz movimentos em minha barriga, mas ela é para ti, virgem. Ainda não teve teus ventos sobre si. Quando me foge a compreensão do que tenta transmitir, reveso-me entre o são, a emoção e a atenção que nunca me será relegada nas participações de que tanto vive.

 

Quando, por uma nesga, deixo escapar o meu outro eu. Mas a nesga se costura e, antagonica, desfaz-nos em nada.

"Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler".