Encomendaram-me um texto, hoje!
M-E-R-A-V-I-G-L-I-A!!!!!!!
No escuro que encerra o interior desta caixa, talvez guardes o que de precioso nos sobrou
Talvez recordações quaisquer como as fotos enegrecidas no estúdio - ou quem sabe aquelas que escondes ao lado de tua cabeceira
Quando repousares, sob o escabelo, este singelo último presente, talvez releies cartas, datas, poesias, canções, estações
Quando olhares no fundo do verde que colore esta caixa talvez sintas saudades do sépia que tornou-se a nossa tão profunda juventude
Talvez, quando desviares o olhar desta caixa, já sejas quem nunca me pertenceu e, quem sabe, um estranho até para a linguagem que já se perdeu com o sopro do tempo
(:Ascoltatevi!–> So sick (NeYo)

Será um pássaro? Será um avião? …
Oggi, sono andata in macchina al centro della città per lavoro. Non, io non guidavo la macchina, ero solo uno dei due passeggeri.
La macchina non è nuova e è un po’ rotta. Per accendere il motore è stata una cosa proprio giocosa: il mio capo stringeva due fili che non se univano mai e così la macchina cominciava a fare quello rumore indimenticabile di macchina vecchia. Questo è durato più o meno due minuti, più o meno. Andavamo allora con destino alla Piazza della Republica quando, in mezzo alla Presidente Vargas, è morta. Magari! Il flusso di automobili era grande, e noi.. Beh, mio capo ha aperto la porta acanto a sé e è uscito della macchina per stringere nuovamente dei fili. Questo è durato più o meno tre minuti ed io che guardavo la scena (ero seduta acanto all’autista), tentavo facere dei fotografie per ridere dopo. Ma, la foto migliore è quella fatta dal mio collega, che qui metto dopo questo testo.
Dopo di questo, quando in fine riuscimo ad arrivare al Palazzo della Piazza della Republica (di numero 22), il mio capo ripara dei fili coll’ausilio del mio stiletto e della mia scoth e lascia le chiavi con me.
- Vado subito a fare un lavoro e ritorno. Aspettatemi qui.
Sì, noi due non l’abbiamo aspettato. Entramo nel Saara e, dopo molto tempo e in mezzo a un sacco di gente, abbiamo incontrato qui? Il mio capo! Ma che coincidenza! Lui non era per stare lì…
Allora, restiamo li, facendo qualche acquisto e caminando.
Dopo, andiamo alla Spiaggia Rossa e, quando mi sono acorta, era già il tempo di trovare una amica per fare un lavoro academico. Ma c`era una fiera di libri con 50% di sconto e, allora, ho comprato un bel libro di architettura per solo R$2,00.
- Bell’acquisto - mi dice la commessa.
Il mio capo dice che mi lasciava alla casa della mia amica, nella regione di Flamengo. Dico la via, il numero, prossimo di dove era e… non l’abiamo trovata!
- Andiamo, capo…
Penso che questo è influenza del giorno 11 settembre.
(Fortuna! La macchina non è fermata più…)
(: Ascoltatevi! –> " Lasciatemi cantare colla guitarra in mano/ Lasciatemi cantare solo l’italiano"
A poesia de outros tempos é morta. No cintilar do prata que agora habita a mão escultural trancada na porta invisível do meu armário, tem-se o mapa para toda uma memória em sépia, perfumada em breves oscilações entre aroma de desodorante e naftalina. As leves pinceladas de outrora conferem um ar melancólico ao toca-discos que chora as notas tênues e já ilegíveis e inatingíveis de uma lúgubre estória.
Retiro alguns livros da última prateleira da segunda porta.
Chuvas de arabescos e palavras e poesias reinauguram o espaço interno em que sobreviveram os escombros dessa face de vida.
E, sem querer, descubro duas pedras distintas entre o ar e o infinito…
Mudanças requerem tirar o pó e as tralhas do armário. E de lá não saem apenas roupas ou o que guardamos atrás daquelas portas de madeira envelhecida. Saem traças, mariposas, sentimentalismos vários, recordações, poucas e consistentes lágrimas, alguns sorrisos, alguma doce apreciação. Saem também magias e medos, escuro, solidão.
…Começo a enchergar um pequeno feixe de luz por detrás de um estreito labiríno ao passar daquela curva.
Onde dará esta ilusão certeira?
Onde guardar tanta bagagem?
"Cara, li seu blog. Na moral, é um saco"
Pela primeira vez alguém não fez uma crítica favorável ao S.L.L.L. Talvez uma das mais sinceras e, sinceramente, gostei. A dona destas palavras alegou que eu escrevo, e não apenas delato o que ocorre comigo durante os dias. Em sua memória, hoje - excepcionalmente - assim o farei. Espero que goste, Gina.
É domingo, e amanhã ainda acordarei em minha própria cama. É domingo, e faço o que não gosto há quase 6 horas - plantas. Passiei de "manhã" (acordei depois das 11h) com meus pais, almoçamos sopa de angu, vim fazer estas plantas, entrei na internet, li o Blog do André (saudades), falei com meu sogro (parabéns!) e meu amor (saudades!!), comentei no Blog do Mateus, voltei para a planta, vi a entrevista com Reese Witherspoon no Fantástico (faz anos que não assisto um fantástico por inteiro…), plantas, plantas, plantas!
(Definitivamente, esse não é o meu modo de escrever…)
(: Ascoltatevi! -> Big girls don’t cry (Fergie)