La mia versone di “Erì piccola così”

April 21, 2008

La lezione era semplice: mettere in ordine alcune disegni e provare ad immaginare come potrebbe essere la storia. Dopo, confrontare con la lettera d’una canzone (qui scritta, dopo il mio racconto):

Era autunno e Laura andava per le srade quando trova un suo amico d’infanzia che non vedeva da molto tempo. Dopo alcune ore di conversazione, lei si è innamorata di lui ed anche a lui secude la stessa cosa. Fanno, allora, un appuntamento per cenare insieme l’altro giorno. In questa cena divenano fidanzati. Tre anni dopo, marito e moglie. Tutto era benìssimo lui le portava la colazione a letto, uscivano insieme ecc. Finché lui ha cominciato a picciarla con molta frequenzia. Lei è diventata malata, infelice. E con questo ha conosciuto Franco, un suo vicino che un giorno, sentendo gridare la donna, ha bussato nella sua porta. Loro hanno cominciato un affare e, quando Pietro, lo marito, ha tentato picciarla nuovamente, lei ha preso una pistola che ha incontrato dentro casa e gli ha sparito.

“T’ho veduta. T’ho seguita. T’ho fermata. T’ho baciata Eri piccola, piccola, piccola. Così. M’hai guardato. Hai taciuto. Ho pensato “beh, son piaciuto”. Eri piccola, piccola, piccola. Così. Poi, è nato il nostro folle amore che ripenso ancora con terrore. M’hai stregato. T’ho cerduta. L’hai voluto, t’ho sposata. Eri piccola, piccola, piccola. Così. T’ho viziata. Coccolata: late, burro, marmellata Eri piccola, piccola, piccola. Così. Che cretino sono sato, anche il gatto m’hai venduto Ma eri piccola. Eh, già. Piccola, piccola. Così. Tu fumavi mille sigarette, io facevo il grano col tresette. Poi un giorno m’hai piantato per un tipo svaporato. T’ho cercato. T’ho scovato. Quattro schaiffi t’ho servito. U m’hai detto “disgraziato”. La pistola m’hai puntato. Eh… Ed un colpo m’hai sparato. Ah, sì. Eh. Spara! Spara! Spara! E pensare che eri piccola, ma piccola, tanto piccola. Così.”

Le due storie sono troppo diverse in tutta l’estrutura dei testi. Questi sono esempi di "isegoria", una parola che ho imparato oggi mentre studiavo la democrazia greca, e che significa "libertà di pensamento, di parole e di critica".

Isegoria

Sono soltanto parole, sto soffrendo della sindrome di Bartleby, e, purtroppo, non sono riuscita ad scrivere molto.

                         

(: Ascoltativi!-> "Passamos por isso" (Camisa de Vênus)

Encontro às avessas

April 11, 2008

Sem me tocar, ao reconhecê-lo, não o cumprimentei. Talvez por pensar "ah, ele não irá lembrar de mim…" ou por sei lá que desculpas dar. O fato é que não o fiz. E isso foge a minha personalidade.

Abel Matos é autor de Outras Cadeias A Cadeia e Crônica de uma Cidade Santificada, ambos os livros comprados por mim numa palestra do curso de teatro Jurisdrama. O primeiro livro está em minhas mãos no exato momento, e não é difícil acreditar que o homem - professor de Português e Literatura da UFRJ - possua olhos tão vazios e distantes quanto os sentimentos por ele vivenciados em seu período de lecionamento através das grades de Bangu III. Que a expressão cansada em seu frontispício seja reflexo de tantas contradições filosóficas adquiridas com a frieza do concreto e do aço aprisionador. Que o seu tamanho diminuto seja, quem sabe, a imagem da opressão do cárcere, e das situações um tanto quanto atípicas para um civil qualquer.

Ainda inconformo-me de não ter cumprimentado o sujeito que assinou "Núbia lembra leveza e carinho. Por isso e mais, a minha admiração", em um dos dois volumes citados.

 

Peço desculpas, caro educador de palavras tão refinadas.

                                                                            (CCBB, 10 de abril de 2008)

 

(:Ascoltatevi!-> "O Tempo não Pára" (Cazuza)

Esboço Modelo Conceitual

April 4, 2008

Vetri, occhi e la trasparenza

Vidro, olhos e transparência…

Considerações acerca dos Estudos Sociais -3.

A sociedade é controlada por usos e costumes, também conhecidos por folkways e mores. Dentro de ambos os conceitos, desenvolvidos em escala coletiva, encontram-se os chamados estereótipos, que nada mais são do que idéias pré-concebidas difundidas por instrumentos sociais. Estes, representados por instituições pessoais e impessoais (família, escola, estado, propaganda, opinião pública e atitudes) influenciam de forma considerável no comportamento humano: fazem de nós complexos espelhos sociais. Se somos, pois, hábitos, atitudes, caráter e valores refletidos de um todo, temos incrustado em nós ideologias, arquétipos e idéias que, ao tomarem uma forma mais complexa e especificações racionais, levam-nos ao ramo da filosofia.

Quando, por algum motivo, essas formas espontâneas de controle social tendem a enfraquecer, entram em ação as instituições constitucionais (leis).

Considerações acerca dos Estudos Sociais -2.

A dinâmica da cidade faz com que os indivíduos sejam necessariamente postos em situações de convívio, que acarretam sentimentos e atitudes interpessoais. De maneira geral, essa interação se dá baseada num processo de ressonância pessoa/pessoa, pessoa/grupo, grupo/grupo. Um grupo não é formado só por um amontoado de pessoas; um grupo são também as atitudes de cada um unidas em sua diversidade.
Esta talvez seja a palavra chave no estudo das sociedades: diversidade. Toda e qualquer relação alicerça-se nas diferenças de um todo, que culminam, por exemplo, na formação de um público (agrupamento em torno de opiniões) e na temporaniedade de uma multidão (unidos por ações afins).
Um indivíduo não vive sozinho, e aqui se expressa a força das interações sociais. Embora isolar-se seja fortalecimento da individualidade – e um processo excludente -, há casos em que distanciamentos não ferem o conceito total de interação social, como a formação de novas culturas e nações. Se um grupo individual separa-se e cria suas próprias características, porém mantem relações quaisquer, como trocas comerciais, então há uma amplificação do processo de convivências. E as relações primárias, secundárias e intermediárias inerentes a todo ser humano desde o seu nascimento acabam por se manterem.

Considerações acerca dos Estudos Sociais -1.

A sociedade é fruto de ações humanas que, não sendo vistas em sua individualidadde e intimidade, geram relações interpessoais. Estas – ligadas a fatores de pressão, históricos e/ ou ideais – levam à necessidade da formação do conceito “ciências sociais” e, consequentemente, do estudo dos comportamentos na sociedade.
         Surgiu, daí, os chamados fatores sociais, imposições que generalizam e adaptam os indivíduos a questões culturais, políticas e econômicas, baseados na ciência, filosofia e prática.
         Sendo assim, e se tratando de estudo, deve-se generalizar os grupamentos humanos e verificar o efeito das coerções que culminarão no critério social. Para isso, é vital a importância dos transcedentes e das repercursões.
         A união das ciências que focam e concluem distintas relações sociais, como econômica, psicológica, filosófica étnica, histórica, política e sociológica, sistematizam, num todo, a posição do homem como criador cultural e do dinamismo social. Ao longo do tempo, é possível concluir algumas características marcantes destas ciências,
         A sociedade é, enfim, fruto apenas da obra humana.