Banner retirado, Trem, Madureira, Parque Laje

September 27, 2007

Hoje acordei às 5h. Tinha de ir à Madureira, trabalho da faculdade. Levantei, tomei banho, café-da-manhã e saí às 6h, quando reparei que a placa de anúncios nas costas da bancda defronte a minha casa perdera o dito de "Tenha um bom dia". Não resta mais nada além de um nome qualquer de uma fábrica qualquer.. Fazendo um cooper até a última rua da praia, pegaria o Passeio por lá para não me perder de outras duas colegas. Fomos. Meio percurso à pé (só assim para fazer algum exercício mesmo…), meio sentada, paramos na Central. Central do Brasil… Após esperar o resto do grupo, tirar algumas fotos e trocar o dinheiro, pegamos o trem (pela primeira vez!!) com destino a Madureira (na verdade, perdemos o primeiro, em virtude de termos entrado no vagão errado. Daí, o professor deu umas explicações no tal bonde e as próximas lá no subúrbio. Andamos a beça. Fomos ao galpão do Império Serrano, ao Mercadão de Madureira e também ao Portelão. Terminada a visita, almoçamos no shopping Madureira. Trem novamente. Estação do mercadão dessa vez. Central, 179 - Parque Laje, Jardim Botânico. Desenho? hahaha

            Quarta-feira,  26 de setembro

Soaram as 4 badaladas das 16h. Sai sozinha, esperei o 996 e voltei, dormindo, para variar… O tempo cinzento, ainda, embalava ainda mais meu cansaço acumulado. Desci no ponto, vim a casa, peguei umas encomendas na portaria. Banho, ai, meu Deus, banho! Arrumei minha gaveta, ajeitei os materiais e vim terminar a prancha de MSE. Apresentação sexta. Folha de GD para sexta. Deixe-me ir. Ah, depois conto da borboleta amarela…

Ah, dona, não chora… R$5,00..!

September 24, 2007

Tempo grigio aqui em Niterói. A alma cada vez mais branda com as novidades, o clima totalmente contrário. As nuvens carregadas de poeira tomaram conta de toda a cidade. É a poluição humana.

Entretida entre os mil papéis sobre minha prancheta imaginária, ao cortar pela quinquagésima vez o dedo indicador com a régua de aço, decidi levantar-me e aventurar-me pela brisa marítima que quase arrebentou minha sombrinha de R$5,00 do camelô aqui perto de casa. Estava muito bem confortável em minha malha azul e moletom preto, os velhos tênis de outrora, deixados de lado em consequência da tal vida nova. Fui até a última rua da praia, na companhia de meu guarda-costas a paisana buscar algo na casa de um amigo. Voltamos. No caminho, meu segurança teve vontade de passar numa das mais caras padarias do bairro. Fomos, fazer o que, não me custaria nada mesmo, arranjava pretextos para tardar minha volta ao trabalho. Entre discussões sobre o grama ou a grama, me apeteceram os frutos sobre a água da chuva, de uma vendinha posta em frente a tal mercearia. Perguntei sobre o quilo da uva. A mais em conta custava em torno de R$7,50, ah, não importa. Perguntei pelo cacho, quanto me sairia um cacho. Uma pergunta inocente, não estava me comprometendo a comprar nada. Chovia, vale ressaltar. Eu deixei-me levar pela doce aparência dos maracujás enquanto ele me deu a sacola. Perguntei sobre o preço do calmante natural, mas ao constatar o peso sobre minhas mãos, interroguei-o sobre quanto devia. R$4,99. (…)

                             Era apenas um cacho, não se esqueça...

 - R$4,99!! Mas, moço, como assim, o cacho tem mais de 500g?

- Ah, dona, não chora que sai feio na fotografia…

E assim, sem concordância  alguma, voltei para casa, escondida pelo capuz negro e a sombra constante de meu personal security

(:Vedetevi!-> "Duas inglesas e o amor"; "Garoto Selvagem"; "Na Idade da Inocência" [(François Truffaut(truffaut_cam.jpg)]

                                                          

Trovador…

September 2, 2007

http://www.clerioborges.com.br/trovadorismo.html"Na Idade Média todo Poeta que declamava e cantava poesias era chamado de TROVADOR. Trovador significava o POETA que fazia Poesias e as declamavas ou cantava. A palavra Trovador, deriva de Trouber, que significa Achar. O Poeta ao fazer um versos bonito conseguia o Achado. Assim na Idade Média eram chamados Trovadores aqueles que percorriam cidades, palácios e as festas e se apresentavam declamando e cantando POESIAS ao som de um instrumento musical, no caso o Alaúde, (foto), que era um tipo de Viola (Violão) da época.
Hoje são denominados Trovadores aqueles que conseguem elaborar a Trova Literária, com quatro versos de sete sílabas poéticas, com rima e sentido completo.
O trovadorismo é a primeira manifestação literária da língua portuguesa. Seu surgimento ocorre no mesmo período em que Portugal começa a se despontar como nação livre, no século XII, porém, as suas origens dão-se na Provença, de onde vai se espalhar por praticamente toda a Europa."

Engraçada a maneira como a vida arranja um jeitinho todo impressionante de nos sussurrar algo. Pesquiso sobre Idade Média neste momento, desejo uma gravura para ilusrar meu sumário de História; conclusão, trovas. Se separássemos o termo e o analisassémos de um modo particular, meio italiano, meio português, nessa ordem, encontraria a radução perfeita. Trova dor. É isso.

 

                                           Ai, trovadores…

(:Ascoltatevi! -> Caruso (Josh Groban)